Duas operações de fiscalização de trânsito realizadas pelo Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (DETRAN-ES), com apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran), flagraram 255 motoristas sob suspeita de conduzir veículos após o consumo de bebida alcoólica. As ações ocorreram na noite de sexta-feira (13), na Serra, e no sábado (14), nos municípios da Serra e de Cariacica.
Fiscalização na Serra
Na primeira operação, realizada em Colina de Laranjeiras, na Serra, os agentes abordaram 335 veículos, incluindo carros de passeio, motocicletas e veículos de aplicativo. Foram aplicados 237 testes do etilômetro, com um condutor autuado por dirigir sob efeito de álcool. Outros 98 motoristas se recusaram a realizar o teste. Ao todo, os agentes emitiram 179 autos de infração e removeram 13 veículos ao pátio credenciado.
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Blitz em Cariacica
Na noite seguinte, a blitz ocorreu na Avenida Mário Gurgel, em Cariacica. Durante a fiscalização, foram abordados 486 veículos e realizados 331 testes. Mais um motorista foi flagrado dirigindo sob influência de álcool, e 155 se recusaram a soprar o bafômetro. Essa ação resultou em 270 autuações e na remoção de 16 veículos.
A importância das operações
O gerente de Fiscalização de Trânsito do DETRAN-ES destacou a importância das blitze para a preservação da vida. Segundo ele, retirar motoristas alcoolizados das ruas reduz o risco de sinistros com vítimas. O alto número de recusas ao teste, segundo o gerente, é um forte indicativo de ingestão de álcool por parte dos condutores.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), tanto a recusa em realizar o teste do bafômetro quanto dirigir sob influência de álcool são infrações gravíssimas. A penalidade inclui multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses, conforme o artigo 165-A.
O comandante do BPTran, tenente-coronel Flávio Cavatti, reforçou que essas ações integram um esforço contínuo da Polícia Militar (PMES) para promover a segurança viária e preservar vidas. Ele alertou que o álcool afeta os reflexos e o julgamento do condutor, aumentando significativamente o risco de acidentes. Flávio Cavatti ressaltou que a recusa ao teste está prevista em lei e acarreta punições severas, evidenciando o compromisso das autoridades em proteger a população.
